Como presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, o Bispo de Braga, Jorge Ortiga, apareceu ontem com umas interessantes declarações, criticando as «“campanhas que pretendem dar uma orientação contrária” ao que defende a doutrina tradicional da Igreja». Respeitemos o facto de poderem vociferar contra algo que não concordam ou acerca de coisas que os preocupem, tais como…

«Rupturas familiares, crise social da figura do pai, dificuldades em assumir compromissos estáveis, graves ambiguidades acerca da relação de autoridade entre pais e filhos, o número crescente de divórcios, a praga do aborto, o recurso cada vez mais frequente à esterilização e a instauração de uma verdadeira e própria mentalidade contraceptiva»
(vasectomias e laqueações de trompas?)
Mulheres, leram o mesmo que eu?
Ortiga fala ainda de algo chamado a “Teoria do Género”, já alvo de crítica por parte do Sumo Pontífice.
«Trata-se de uma “verdadeira ideologia apostada em redefinir a família, a relação matrimonial, a procriação e a adopção”, afirmou. E criticou o movimento de emancipação da mulher, que “enveredou por uma competição entre os dois sexos”»
(redefinir a procriação? mas o que e que ele quer dizer com isto? posições sexuais alternativas?)
Mas o mais engraçado vem depois. Leiam e voltem a ler. Ele disse mesmo isto!
«por causa das consequências desta ideologia, “a violência doméstica prolifera e o desencanto familiar multiplica-se”»
(ah pois claro, elas não cooperam!)

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